Gente desculpe a ausência, mas devido a problemas que todos nos sabemos, tive que me ausentar aqui do nosso Blog.
Mas agora tudo resolvido, é hora de arregaçar as mangas e voltarmos ao trabalho.
Abraços a todos
Este espaço é dedicado a aprendizagem colaborativa e à divulgação dos trabalhos realizados nas Escolas Profa Gilka Drumond e Dr. José Gonçalves.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Escola Gilka Drumond - Trabalho de Artes
Pedro, não consegui postar seu vídeo do trabalho aqui, mas não vou desistir...
Já tinha ate pensado no título da postagem: Tudo o que não se deve fazer num trabalho!!!
Ficou hilário rsrs.
Para não perder a viagem olha vocês aqui.
Já tinha ate pensado no título da postagem: Tudo o que não se deve fazer num trabalho!!!
Ficou hilário rsrs.
Para não perder a viagem olha vocês aqui.
Gilka Drumond- Projeto "Viva Melhor Sem as Drogas"
Este mês conforme calendário, as disciplinas Matemática, Inglês e Português, estão trabalhando o assunto Álcool em todas as turmas.
Eis aqui um resumo de tudo que foi e esta sendo trabalhado por esta equipe.
Uma pergunta, Uma resposta

O que são drogas lícitas e ilícitas?
As drogas lícitas tem sua produção, comercialização e uso permitidos pela lei a as drogas ilícitas são proibidas, não significando que as drogas lícitas causem menos danos à saúde do que as ilícitas.
Álcool
Nome: cerveja, destilados e vinhos
Origem: grão e frutas
Quantidade média ingerida: 350 ml, 45 ml, 90 ml
Forma ingestão: oral
Efeitos a curto prazo (quantidade média): relaxamento, quebra das inibições, euforia, depressão, diminuição da consciência
Duração: 2-4 horas
Efeitos a curto prazo (grandes quantidades): estupor, náusea, inconsciência, ressaca, morte
Risco de dependência psicológica: alto
Risco de dependência física: moderado
Tolerância: sim
Efeitos a longo prazo: obesidade, impotência, psicose, úlceras, subnutrição, danos cerebrais e hepáticos, morte
Utilização médica: nenhuma
Você Sabia??
.. Recém-nascidos gerados por dependentes químicas correm o risco de tornarem-se viciados ainda dentro da barriga da mãe.
... Misturar álcool com energético é um perigo para o coração, alertam cardiologistas.
... Beber mais álcool aumenta o risco de alcoolismo, hipertensão arterial, diabetes, triglicérides, obesidade, AVC, arritmia e câncer de mama.
... Pessoas com histórico familiar de alcoolismo compensam o impulso de beber comendo alimentos calóricos.
... O estigma - ou forte desaprovação social - do alcoolismo faz com que dois terços das pessoas diagnosticadas com dependência do álcool não procurem o tratamento adequado.
... Apesar da lei, os estudantes brasileiros têm o primeiro contato com álcool, em média, aos 12 anos.
... Tabagismo e o alcoolismo são os principais fatores associados ao câncer de boca.
... No Brasil, 11% da população masculina, e 4% da feminina, são dependentes do álcool.
... Álcool é a droga mais danosa para as pessoas que cercam o viciado, diz estudo.
Uma pergunta, Uma resposta

Qual a quantidade de álcool que uma pessoa pode ingerir?
Os efeitos do álcool variam de intensidade não apenas de acordo com a quantidade e a freqüência com que se bebe, mas também de acordo com as características pessoais do usuário.
Para saber as conseqüências do consumo das bebidas alcoólicas para a saúde é importante conhecer a quantidade de álcool puro que cada uma contém. Costuma-se chamar "unidade de álcool" o equivalente a cerca de 10 a 12g de álcool puro. Como a concentração de álcool varia de bebida para bebida, vejamos a quantidade presente nas mais consumidas no nosso meio:
1 lata de cerveja (355ml) - 1,5 unidade de álcool
1 copo de chope ou cerveja (300ml) - 1 unidade de álcool
1 copo de vinho (100 ml) - 1 unidade de álcool
1 dose de destilado (pinga, uísque, vodca) (50 ml) - 1,5 unidade de álcool
Cada unidade de álcool (10 a 12 g de álcool puro) requer uma hora para ser metabolizada completamente. Assim, por exemplo, uma pessoa que tenha bebido 4 chopes, (equivalente a 4 unidades) terá um efeito físico do álcool em seu organismo por 4 horas. No inicio estes efeitos são leves até atingirem o máximo, para posteriormente diminuírem. Porém a desintoxicação (cessação dos efeitos do álcool no organismo), só ocorrerá após algumas horas.
A quantidade de bebida, que implica em riscos para a saúde, é diferente para os homens e as mulheres e também varia em função do peso corporal (quanto maior for este peso, maior a tolerância para a bebida). As mulheres, por causa da proporção de gordura corpórea, atingem maiores níveis de concentração de álcool no sangue. De modo geral, considera-se que as mulheres correrão menos riscos de desenvolverem problemas de saúde, se ingerirem até 14 unidades de álcool por semana ou 2 por dia, enquanto os homens poderão ingerir até 21 unidades na semana ou 3 no mesmo dia. Vale ressaltar que nenhum consumo é isento de riscos e deve-se sempre levar em conta o contexto em que o álcool é consumido. Por exemplo, não se deve beber nada antes de dirigir ou de realizar atividades que coloquem em risco a segurança pessoal ou de terceiros (por exemplo, trabalhadores da construção civil, motoristas devem permancer sem uso de qualquer quantidade de álcool, pois qualquer quantidade pode implicar em risco).
A ingestão da cota semanal em um único dia pode trazer problemas tanto físicos como psicológicos. O consumo de 10 latas de cerveja (15 unidades de álcool) ou de uma garrafa de vinho (cerca de 7 unidades de álcool) em uma mesma ocasião, certamente ultrapassa os limites de risco tanto para homens como para mulheres, levando, frequentemente a problemas como acidentes de carro, absenteísmo, comportamento sexual de risco.
Fonte:Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas) / NEAD - Núcleo Einstein de Álcool e Drogas do Hospital Israelita Albert Einstein
Uma pergunta, Uma resposta

O que é Cirrose Hepática Alcoólica?
Forma severa da doença alcoólica do fígado, pode ser definida anatomicamente como um processo difuso de fibrose e formação de nódulos, acompanhando-se freqüentemente de necrose hepatocelular.. Ela ocorre predominantemente entre os 40-60 anos de idade, após pelo menos 10 anos de uso prejudicial de álcool. Os sintomas de sua manifestação se caracterizam por ascite (acúmulo de líquido na cavidade abdominal), hipertensão porta acompanhada de esplenomegalia (aumento do baço), insuficiência renal devida à insuficiência hepática (síndrome hepatorrenal), confusão mental (um dos principais sintomas da encefalopatia hepática) ou hepatoma (câncer de fígado). Em alguns casos, para confirmar o diagnóstico de hepatopatia alcoólica, o médico realiza uma biópsia hepática, procedimento no qual uma agulha oca é inserida através da pele e é coletado uma pequena amostra de tecido para exame microscópico. Nos indivíduos com hepatopatia alcoólica, os resultados das provas de função hepática podem ser normais ou anormais. No entanto, o nível sangüíneo da gama-glutamil transpeptidase (uma enzima hepática), pode estar especialmente elevado nos indivíduos que consomem álcool de modo abusivo. Além disso, os eritrócitos (glóbulos vermelhos ou hemácias) do indivíduo tendem a ser maiores que o normal, um sinal revelador. A concentração de plaquetas no sangue pode estar baixa.
Fonte:CISA-Centro de Informações sobre Saúde e Álcool
Uma pergunta, Uma resposta

O que é pancreatite alcoólica?
Doença caracterizada por inflamação e necrose do pâncreas, geralmente acompanhada de fibrose e mal funcionamento, relativa ao consumo prejudicial de álcool. Pode ser aguda ou crônica. A forma aguda se manifesta com dor no abdômen superior, anorexia e vômitos. Ela pode ser acentuada por hipotensão, falha renal, doença pulmonar e psicose.A forma crônica geralmente se manifesta com dor abdominal recorrente e persistente, anorexia e perda de peso.
Fonte:CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool
Uma pergunta, Uma resposta

Mito e Fato
Mito: O alcoolista é uma pessoa fraca e irresponsável.
Fato: O alcoolismo é uma doença crônica que compreende os seguintes sintomas: desejo incontrolável de beber, perda de controle (não conseguir parar de beber depois da pessoa ter começado), dependência física (sintomas físicos como sudorese, tremedeira e ansiedade quando a pessoa está sem o álcool) e tolerância (a pessoa com o tempo passa a precisar de doses maiores de álcool). A dependência de álcool não está associada ao caráter do indivíduo e muito dos problemas que ele apresenta são decorrentes da própria doença.
Fonte: National Istitute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA)
http://www.niaaa.nih.gov/FAQs/General-English/FAQ2.htm
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Gilka Drumond: Cap 18 "A Civilização do Açúcar"
Entre as razões pelas quais o açúcar foi escolhido como o produto responsável pelo início da colonização sistemática da América portuguesa estão o fato de ser esse um produto tropical com mercado garantido na Europa e com possibilidades de gerar altos lucros para a metrópole portuguesa. Além disso, havia o interesse dos comerciantes holandeses em investir na área de produção, existiam condições geográficas favoráveis ao desenvolvimento da lavoura canavieira e ainda o recurso possível para a obtenção da mão de obra escrava. E principalmente porque os portugueses já possuíam experiência com a produção de açúcar nas ilhas africanas do Atlântico.
O engenho colonial
A grande propriedade de produção açucareira acabou assimilando a denominação de engenho, que era apenas um de seus elementos. A propriedade englobava as terras de plantação de cana-de-açúcar, o setor agrícola da plantation, e o engenho propriamente dito, o setor fabril da plantation, responsável pela transformação da cana em açúcar.
O termo plantation substitui a tradicional denominação tripé da agricultura de exportação: latifúndio, monocultura e escravidão. O que diferencia a plantation de outras culturas agrícolas é a existência, nela, de um setor fabril para o beneficiamento da produção.

O termo plantation substitui a tradicional denominação tripé da agricultura de exportação: latifúndio, monocultura e escravidão. O que diferencia a plantation de outras culturas agrícolas é a existência, nela, de um setor fabril para o beneficiamento da produção.
O setor agrícola da unidade de produção açucareira compunha-se de dois setoresque se articulavam: o setor agroexportador, responsável pela produção da mercadoria destinada à exportação, e um setor camponês, produtor de alimentos, subordinado ao primeiro, exercido pelos próprios escravos casados por meio de seu trabalho autônomo em lotes concedidos pelos seus senhores em usofruto. Esse sistema escravista protocamponês era chamado nessa época de brecha camponesa, muito embora muito historiadores defendam a ideia de que o sistema era muito mais que uma mera brecha e, sim, bastante generalizado na América portuguesa.

Esse sistema permitia que os escravos produzissem e comercializassem excedentes que eram aplicados na compra de sua alforria e de sua família ou mesmo na compra de escravos para trabalharem em suas roças.
A economia açucareira, embora tenha passado por uma grave crise na conjuntura da expulsão dos holandeses, se soergueu e, no século XVIII, comparada com o ouro em termos de libras esterlinas, foi mais rentável que o metal.
Essa é uma das razões de evitarmos a ideia de “ciclos” da economia colonial, pois as culturas permanecem e convivem com novas atividades que surgem, tornando equivocada a ideia de que uma atividade perece quando uma outra aparece

A sociedade brasileira dos séculos XVI e XVII estava dividida em dois grupos principais: senhores e escravos.
O engenho era um mundo mais ou menos fechado, onde a vida das pessoas estava submetida às ordens e autoridade do senhor de engenho.
Os senhores de engenho eram portugueses ricos que se dedicavam à produção e ao comércio do açúcar. Sua autoridade não se limitava apenas à propriedade açucareira, estendia-se por toda a região vizinha, vilas e povoados, através de sua participação nas câmaras municipais.
Os escravos trabalhavam nas plantações, na moenda, nas fornalhas e nas caldeiras. Era comum os escravos perderem a mão ou o braço na moenda. Em muitos engenhos, próximos à moenda havia um pé-de-cabra e uma machadinha para amputar o membro dos escravos acidentados.
Entre esses dois grupos opostos, havia uma camada intermediária de pessoas que serviam aos interesses dos senhores. Como: alguns poucos trabalhadores assalariados (feitores, mestres de açúcar, purgadores etc.); os agregados (moradores do engenho que prestavam serviços em troca de proteção e auxílio); padres; alguns funcionários do rei; alguns raros profissionais liberais (médicos, advogados, engenheiros).
São características dessa sociedade:
O patriarcalismo: o senhor do engenho era o patriarca (chefe), que concentrava em suas mãos o poder econômico, político e ideológico (isto é, da formação das idéias dominantes).
O ruralismo: o campo era o centro dinâmico dessa sociedade.
A estratificação social: era uma sociedade dividida em camadas bem definidas, sendo muito raro alguém conseguir ascender na posição social. Não havia a possibilidade do escravo chegar à condição de senhor ou do senhor descer à posição de escravos.
Mestres da História
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