quarta-feira, 27 de abril de 2011

1º Ano -História Gilka Drumond - Dica de Filme

"Filhas do Vento"Onde os fantasmas da escravidão e do racismo afetam a vida dos personagens de maneira sutil



Numa pequena cidade em Minas Gerais as irmãs Maria "Cida" Aparecida (Taís Araújo) e Maria "Ju" da Ajuda (Thalma de Freitas) têm objetivos bem distintos. A primeira quer se tornar uma famosa atriz e para isto é imperativo que deixe o lugarejo, já a segunda só pensa em namorar. Vivem com Zé das Bicicletas (Mílton Gonçalves), o pai delas, que foi abandonado pela mulher e é muito rigoroso com o comportamento das filhas. Quando ele acusa injustamente Cida de estar se envolvendo com Marquinhos (Rocco Pitanga), o namorado de Ju, ela fica tão magoada que deixa a cidade e vai para o Rio de Janeiro na esperança de ser atriz, e consegue. A vida de cada irmã seguiu seu curso e elas ficam sem se falar por mais de 4 décadas.
Com a morte de Zé das Bicicletas, Cida retorna para a sua cidade natal para o enterro do pai. O encontro dela com Ju será inevitável, mas elas têm muita mágoa uma da outra e talvez seja difícil resolver 40 anos em alguns dias. “Filhas do Vento” aborda temas pertinentes às mulheres de qualquer parte do mundo, mas numa pequena cidade do interior do Brasil os fantasmas da escravidão e do racismo afetam a vida das personagens de forma sutil. Em uma brilhante peça ficcional de cunho político e social, o diretor substitui os tradicionais papéis estereotipados, comumente interpretados por atores negros nas telenovelas brasileiras, por uma rica e multifacetada construção de personagens, mesmo quando habilmente emprega diversos recursos da dramaturgia da novela para se comunicar com grandes audiências.
"Filhas do Vento" aborda a trajetória de duas gerações de uma família negra no interior de Minas Gerais. O longa ganhou os prêmios nas categorias direção, ator (Milton Gonçalves), atriz (Léa Garcia e Ruth de Souza), ator coadjuvante (Rocco Pitanga), atriz coadjuvante (Taís Araújo e Thalma de Freitas) e foi eleito pela crítica como melhor filme brasileiro.



1º Ano -História Gilka Drumond- O Escravismo Colonial


O escravismo colonial
A escravidão existia na África muito antes da chegada dos europeus, sancionada pelas leis e pelos costumes das várias regiões desse continente. O sofrimento, imposto pelo tráfico negreiro, começava em terras africanas, antes mesmo de os cativos serem embarcados nos navios negreiros.
No primeiro século da escravidão, os índios representaram a principal mão de obra nas atividades econômicas da América Portuguesa.
Gradativamente, foram sendo substituídos pelos africanos, que se tornaram, como disse um cronista da época, “as mãos e os pés” dos senhores. Entre o final do século XVI e as últimas décadas do século XIX, os escravos negros tornaram-se a mão de obra por excelência da América Portuguesa.
A economia agroexportadora necessitava, para sua realização, de grandes extensões de terra, especialmente de um só produto e mão de obra compulsória. A disponibilidade de terras na América Portuguesa poderia gerar, se houvesse a predominância do trabalho livre, o trabalho familiar, o minifúndio, estatutos incompatíveis com as necessidades de exportação agrícola da metrópole. Assim, o trabalho escravo completava o latifúndio e a monocultura, imprescindíveis para o sucesso da economia agroexportadora implantada na América Portuguesa.



A substituição do trabalho indígena pelo trabalho escravo africano pode ser explicada por uma série de fatores. A metrópole possuía o monopólio do tráfico negreiro, e os traficantes portugueses trataram de convencer os proprietários de terras que os negros eram melhores trabalhadores que os indígenas. A Igreja ajudou bastante nesse trabalho de convencimento, uma vez que condenava a escravidão indígena. Por isso, gradativamente, a mão de obra tornou-se preponderante nas atividades econômicas da América Portuguesa.
Os indígenas também continuaram trabalhando sob a vigilância e o comando dos jesuítas nas chamadas reduções, onde se exploravam as drogas do sertão – pimenta, cravos e outras especiarias – em especial na região norte da América Portuguesa. Foram também utilizados nas áreas de criação de gado e na exploração de terras minerais.
Ser escravo na América Portuguesa
Os escravos negros foram empregados, no Brasil, nas mais diversas atividades.
Nas áreas de produção de açúcar, os negros cuidavam do plantio da cana, da limpeza dos canaviais, retirando as ervas daninhas, da colheita, do transporte da cana dos canaviais às moendas, das fornalhas e das caldeiras nos engenhos.
O engenho funcionava durante o dia e à noite. Alguns escravos trabalhavam exclusivamente no setor fabril do engenho. Outros se dedicavam, de dia, ao trabalho nos canaviais e, à noite, nas moendas que funcionavam dezoito a vinte horas por dia, interrompendo seu funcionamento apenas para a limpeza do maquinário. Era nesse curto espaço de tempo que os escravos descansavam.
Entretanto, não foi só nas plantations açucareiras que predominou o trabalho escravo negro. Eles foram também escravos domésticos, servindo seus senhores em suas casas, dedicaram-se ao trabalho de criação de gado e em todos as atividades para as quais fossem requisitados.
Na região mineradora, os escravos trabalhavam em busca de ouro e do diamante nos ribeiros, nas catas e nas grupiaras. Nessas regiões, foram também donos de venda e negras de tabuleiro.
Apesar do trabalho árduo dos escravos negros, a recente historiografia, apoiada em novas evidências documentais, desconstrói o mito do escravo “coisa”, uma mera mercadoria, sem personalidade e vontade próprias. Além disso, desmistifica a ideia de escravo “vítima” do sistema, baseado no “imaginário do tronco”.


Os escravos negociavam com seus senhores, tinham várias regalias e, muitos deles possuíam escravos. Ou seja, muitos escravos conseguiram, como agentes históricos que foram, encontrar formas de acomodação à escravidão. Aqueles que não conseguiram se acomodar, ou não quiseram faze-lo, buscaram formas para reagir contra a escravidão por meio da formação de quilombos, das fugas individuais, de assassinato de senhores, da feitiçaria e das tentativas de fazer eclodir revoltas escravas. Seja como for, acomodando-se ou não, os escravos negros agiram como sujeitos históricos e assim devem ser estudados.

6º Ano - Geografia


Exercícios sobre Coordenadas Geográficas


Alunos 2º Ano Geografia do Manoel da Costa

Gráficos para Analisar a Questão Energética no Brasil

Consumo de Energia no Brasil por Setores
Geração de Energia no Brasil.
Brasil - Fontes de Energia.

A)Quais são os 4  países que mais utilizam energia nuclear no mundo?
B)Qual é o destino do lixo nuclear de uma usina?
C)No Brasil temos usinas nucleares?Quais  são e onde se localizam ?
D)As usinas nucleares são mais utilizadas nos paises desenvolvidos ou subdesenvolvidos?Justifique.
E)Qual a fonte de energia mais utilizada no Brasil?
Responda as questões acima no caderno e deixe um comentário no Blog sobre a os pontos positivos e negativos da utilização de energia nuclear.
Bom Trabalho!!!!

Divulgando

Se vocês estão afim de rir um pouco clica nesse blog aqui http://foreveratoa.blogspot.com e de alguns alunos da escola em que eu trabalhava em Mateus Leme o Justino Ribeiro. Não tem como deixar de rir.
Abraços

É para rir ....

http://foreveratoa.blogspot.com

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Massacre em Realengo

 Só  nos resta pedir ao Pai que olhe pelas famílias que perderam seus filhos de forma tão absurda e cruel.